terça-feira, 20 de outubro de 2009

E por se sentir esquisita, inadequada, sem espaço, distante daqueles que amava, num país sem lembranças como uma folha em branco, podia começar de novo outra história, ser quem sempre sonhou, mas percebeu que gostava de ser quem era, com todas as cicatrizes que tinha e suas memórias, estupidez era querer voltar.

2 comentários:

Tiago F. Moralles disse...

Não volta. Normalmente a gente faria tudo errado de novo. Gostamos de errar. É sempre assim.

Macaco disse...

Tá aí a continuação da princesa...