Busca
Olhe pra você e creia
No seu passo firme
Na sua busca intensa
No sorriso largo
Olhe para o lado e veja
Já não anda mais sozinha, menina!
Seu caminho é de flores
amarelas e apontam para o Sol
Mas não se esqueça nunca:
Do perfume
Dos espinhos e das larvas...
Ah! Essa vida é mesmo efêmera como os Girassóis.
Daniela de Almeida Prado - 30/05/07
quinta-feira, 22 de janeiro de 2009
sexta-feira, 5 de dezembro de 2008
sexta-feira, 14 de novembro de 2008
Aqueles dias...
Tem dia que a gente acorda querendo dormir, pula da cama pra não se atrasar, escova os dentes, engole um café, sai voando pro metrô, sem prestar atenção em nada, tropeçando em tudo, perde o ônibus, chega atrasada e é chamada de irresponsável.
Mas você sabia que 70% dos atrasos do metrô ocorrem porque as pessoas seguram as portas? E quem não vai desembarcar na próxima estação deve sair da frente da porta, porque quem fica na porta, atrasa a vida dos outros?
Pois é!!
Mas você sabia que 70% dos atrasos do metrô ocorrem porque as pessoas seguram as portas? E quem não vai desembarcar na próxima estação deve sair da frente da porta, porque quem fica na porta, atrasa a vida dos outros?
Pois é!!
quinta-feira, 30 de outubro de 2008
"Quem brincava de princesa acostumou na fantasia..."

Queria ser tudo que um dia pensei ser mas não pude, ou porque mudaram a direção dos ventos, ou porque ajustei as velas pra outro rumo.
Eu que nunca voei de balão, nunca morei em um trailer e acordei cada dia em uma cidade diferente, nunca fiz nado sincronizado, nem andei de camelo.
Ainda não voei de asa delta, não conheço o fundo do mar e não fiz minha tatuagem.
Ah e nem pensar em ser astronauta, isso não dá futuro minha filha!!
Mas já comi fruta no pé, já fui bailarina, nadei em alto mar, pulei de 20 metros na cachoeira, pesquei lambari, tentei surfar, viajei sozinha, andei a cavalo, acampei numa praia deserta, dei risada até doer a barriga, contei estrelas cadentes, conheci pessoas incríveis e aprendi muito com elas, visitei lugares maravilhosos que nunca vou esquecer, já amei demais e achei que morreria, já voltei a amar e ainda não morri, já joguei capoeira, já gritei até perder a voz, já sambei até amanhecer e quando o carnaval chegar...
Vou brincar de colombina, vai ter muita serpentina, pra pular o carnaval...
Eu que nunca voei de balão, nunca morei em um trailer e acordei cada dia em uma cidade diferente, nunca fiz nado sincronizado, nem andei de camelo.
Ainda não voei de asa delta, não conheço o fundo do mar e não fiz minha tatuagem.
Ah e nem pensar em ser astronauta, isso não dá futuro minha filha!!
Mas já comi fruta no pé, já fui bailarina, nadei em alto mar, pulei de 20 metros na cachoeira, pesquei lambari, tentei surfar, viajei sozinha, andei a cavalo, acampei numa praia deserta, dei risada até doer a barriga, contei estrelas cadentes, conheci pessoas incríveis e aprendi muito com elas, visitei lugares maravilhosos que nunca vou esquecer, já amei demais e achei que morreria, já voltei a amar e ainda não morri, já joguei capoeira, já gritei até perder a voz, já sambei até amanhecer e quando o carnaval chegar...
Vou brincar de colombina, vai ter muita serpentina, pra pular o carnaval...
segunda-feira, 22 de setembro de 2008
Instinto ou extinto
Existe um furacão que faz de mim sua morada.
Por algum tempo consegui conviver com ele sem causar destruições, achava que estava sempre no controle e usava essa força a meu favor.
Agora me encontro em uma bifurcação e preciso decidir por onde seguir.
Ou afogo, anulo, abafo esse serzinho da natureza que insiste em morar dentro de mim, ou deixo ele tomar conta...agindo por impulso, instintivamente.
Tem hora que eu quero extinguir com esse bichinho da tazmania que só causa dores, frustrações, mas às vezes, não poucas, ele se enche de força, vira minha vida de ponta cabeça, muda tudo de lugar, tira meu ar...
E o mais engraçado é que eu gosto disso!
Quando tudo é calmaria la vem ele pra bagunçar o coreto!
"Eu faço fogueira, choro, canto e danço!"
Jogo balde de água fria pra mostrar quem é que manda, arrumo tudo de novo, coloco tudo em seu devido lugar...e mais uma vez ele me desestrutura dizendo assim: "- Se joga, vai! - Relaxa, eu tenho um plano..."
Por algum tempo consegui conviver com ele sem causar destruições, achava que estava sempre no controle e usava essa força a meu favor.
Agora me encontro em uma bifurcação e preciso decidir por onde seguir.
Ou afogo, anulo, abafo esse serzinho da natureza que insiste em morar dentro de mim, ou deixo ele tomar conta...agindo por impulso, instintivamente.
Tem hora que eu quero extinguir com esse bichinho da tazmania que só causa dores, frustrações, mas às vezes, não poucas, ele se enche de força, vira minha vida de ponta cabeça, muda tudo de lugar, tira meu ar...
E o mais engraçado é que eu gosto disso!
Quando tudo é calmaria la vem ele pra bagunçar o coreto!
"Eu faço fogueira, choro, canto e danço!"
Jogo balde de água fria pra mostrar quem é que manda, arrumo tudo de novo, coloco tudo em seu devido lugar...e mais uma vez ele me desestrutura dizendo assim: "- Se joga, vai! - Relaxa, eu tenho um plano..."
domingo, 7 de setembro de 2008
segunda-feira, 1 de setembro de 2008
Olhar tagarela
Desvio o olhar
pra esconder o que ele diz,
antes mesmo de querer dizer.
- Quieto, exijo!
Involuntários meus olhos te falam
o que eu mesma não posso.
De raiva, mordo o lábio,
suo frio, respiro fundo...
E em palavras a boca mente
O que o olho tenta
e não diz - porque não quero!
Teimoso meu olhar me entrega...
pra esconder o que ele diz,
antes mesmo de querer dizer.
- Quieto, exijo!
Involuntários meus olhos te falam
o que eu mesma não posso.
De raiva, mordo o lábio,
suo frio, respiro fundo...
E em palavras a boca mente
O que o olho tenta
e não diz - porque não quero!
Teimoso meu olhar me entrega...
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